Marcou e ainda bem que o fez.
Sentimo-nos mais crescidos, mais evoluídos, mais cultos. Sentimos que alargámos horizontes, o grupo de amigos, os conhecimentos travados.
Foram muitos os esforços, os compromissos, os objectivos. Foram muitas as horas, as conquistas, as aprendizagens. Entre sorrisos, empatia e cumplicidade, alicerçámos uma relação capaz de conquistar o Mundo. Entre lágrimas, angústias e incompreensões, abanámos os desígnios a que nos propusemos. Mas firmes estancámos, firmes avançámos, firmes partimos para a conquista.
E que conquista! Sim... que conquista...
Para terminar, decidimos celebrar. Assim, convidámos as famílias e propusémos um final de tarde de convívio e emoções.
Primeiramente, os alunos demonstraram, por intermédio de actuações, muito do que foram aprendendo ao longo do ano, não só nas disciplinas, como também nas diferentes academias que frequentaram. Uma actividade em que os pais participaram e com grande relevo. Aos pais, coube a apresentação das actuações, desbravando caminho para o “brilhar” dos filhos.
Muito nos divertimos com este espectáculo, que ainda conseguiu levar-nos às lágrimas, aquando da surpresa preparada pela turma de 4º ano. É verdade... Essas meninas, em segredo, ensaiaram uma música acompanhada por imagens, momentos e recordações deste longo ano de comunhão. E a sua professora, não contendo a emoção, revelou a angústia que se sente na hora de libertar aqueles que ensinamos, aqueles a que nos damos.
Mas como o ano foi uma alegria, em festa se terminou o dia! Conjugando o dia com os Santos Populares, nada melhor que um arraial português para concluir! Música, sardinhas assadas e muita disposição para dançar, rir, falar, lembrar e, com muito carinho, despedir, para nas férias entrar!
Até para o ano!